Já falei, por aqui, que sou fã do jeito americano de fazer humor. E além do stand up comedy, abordado num post passado, uma das escolas que mais gosto é a do politicamente incorreto Saturday Night Live, que, ao longo de décadas, vem revelando nomes como Chevy Chase, Dan Aykroyd, John Belushi, Eddie Murphy, Mike Myers, Will Farrel, entre muitos outros.
Um dos nomes principais nomes saídos do humorístico é Adam Sandler, que vem fazendo uma carreira de sucesso no cinema, seguindo à risca o estilo ácido-pastelão-escatológico-politicamente incorreto do programa. Muitas vezes de gosto duvidoso para alguns, seu humor, na opinião deste humilde blogueiro, acerta em cheio na mão, principalmente quando ele brinca com clichês e estereótipos.
É o caso do filme Zohan, que assisti ontem, no qual Sandler - que além de protagonista é roterista e produtor do filme - vive um antiterrorista israelense, imune à dor, que, cansado de uma guerra sem fim contra os palestinos, finge a própria morte para fugir para os Estados Unidos e realizar seu sonho: ser cabeleireiro.
Pois um dos temas abordados é o telemarketing. Na cena, um motorista de táxi palestino - vivido por Rob Schneider, outra cria do Saturday Night Live e fiel escudeiro do astro principal em todos os seus filmes - descobre que Zohan está incógnito em Nova York e procura um jeito de neutralizá-lo e virar um heróis da causa palestina. Para isso, recorre ao hotline do Hezbollah:
Um dos nomes principais nomes saídos do humorístico é Adam Sandler, que vem fazendo uma carreira de sucesso no cinema, seguindo à risca o estilo ácido-pastelão-escatológico-politicamente incorreto do programa. Muitas vezes de gosto duvidoso para alguns, seu humor, na opinião deste humilde blogueiro, acerta em cheio na mão, principalmente quando ele brinca com clichês e estereótipos.
É o caso do filme Zohan, que assisti ontem, no qual Sandler - que além de protagonista é roterista e produtor do filme - vive um antiterrorista israelense, imune à dor, que, cansado de uma guerra sem fim contra os palestinos, finge a própria morte para fugir para os Estados Unidos e realizar seu sonho: ser cabeleireiro.
Pois um dos temas abordados é o telemarketing. Na cena, um motorista de táxi palestino - vivido por Rob Schneider, outra cria do Saturday Night Live e fiel escudeiro do astro principal em todos os seus filmes - descobre que Zohan está incógnito em Nova York e procura um jeito de neutralizá-lo e virar um heróis da causa palestina. Para isso, recorre ao hotline do Hezbollah:
Não tem jeito. Telemarketing, em qualquer lugar do mundo, tem a capacidade de tirar até terrorista do sério!
1 comentários:
Hehehehe....
Muito bom!!! Isso mostra que não é só por aqui que a gente se irrita...
beijos!
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