Lembro-me bem da comoção generalizada que o começo da venda de ingressos para o show da Madonna causou, no final de agosto do ano passado, início de setembro. Todo mundo, aqui pelo Rio, conhecia alguém que havia passado por problemas nas compras através do site da empresa Times For Fun (Nota do blogueiro: nas vezes em que tentei acessar, enquanto escrevia o post, o site estava fora do ar).
Os fãs da cantora tiveram que preencher um pré-cadastro virtual, entre os dias 20 e 29 de agosto, e enfrentaram uma lentidão absurda no site, quando as vendas efetivamente começaram, no dia primeiro de 1º setembro. Muitos não viram a tela com a ação da compra finalizada e, ao fazerem nova tentativa, acabaram com cobrança de dois ingressos no cartão de crédito. A partir daí, foi mais confusão, através de um call center praticamente impraticável.
Pessoalmente, eu não pagaria um tostão furado para ver uma cinquentona pagando de garota a mais de cem metros do palco. Mas gosto não se discute. Respeito quem pagou e ainda pegou chuva no Maracanã. E tenho, mesmo, que respeitar, pois, recentemente, fiz algo parecido.
Preparado para a possibilidade de me aborrecer, corri para o site da Livepass logo de manhã cedo no dia 13 de janeiro passado, assim que li sobre o começo das vendas de ingressos para o Iron Maiden. No fundo, eu sabia que a procura não seria tão grande quanto a do show da Madonna - apesar de ter certeza que a Praça da Apoteose estará lotada no dia 14 de março -, mas aceitei as taxas de conveniência e entrega impostas pelo site e comprei meu ingresso, ao preço absurdo da famigerada pista vip, pois não admito assistir ao show do ano de outro lugar que não seja na fila do gargarejo.

Fechada a compra, recebi um recado no e-mail, poucos minutos depois, falando que o pedido estava em análise, pois fora feito através de cartão de crédito, e, no dia seguinte, recebi a confirmação e um código. Pouco mais de duas semanas e o ticket já estava na minha mão. E, o que é mais legal, com o número VIP/001. Ou seja, tenho sérias desconfianças de que comprei o primeiro ingresso para o show.
Bacana! Temos que valorizar um serviço que funciona. Nem precisei procurar o número do call center da Live Pass. No caso do call center do show da Madonna, pela quantidade de reclamações que eu vi, devia ser, como diz uma das músicas do Iron Maiden: "666, the number of the Beast", pois os fãs da loira passaram o Diabo!!!
Os fãs da cantora tiveram que preencher um pré-cadastro virtual, entre os dias 20 e 29 de agosto, e enfrentaram uma lentidão absurda no site, quando as vendas efetivamente começaram, no dia primeiro de 1º setembro. Muitos não viram a tela com a ação da compra finalizada e, ao fazerem nova tentativa, acabaram com cobrança de dois ingressos no cartão de crédito. A partir daí, foi mais confusão, através de um call center praticamente impraticável.
Pessoalmente, eu não pagaria um tostão furado para ver uma cinquentona pagando de garota a mais de cem metros do palco. Mas gosto não se discute. Respeito quem pagou e ainda pegou chuva no Maracanã. E tenho, mesmo, que respeitar, pois, recentemente, fiz algo parecido.
Preparado para a possibilidade de me aborrecer, corri para o site da Livepass logo de manhã cedo no dia 13 de janeiro passado, assim que li sobre o começo das vendas de ingressos para o Iron Maiden. No fundo, eu sabia que a procura não seria tão grande quanto a do show da Madonna - apesar de ter certeza que a Praça da Apoteose estará lotada no dia 14 de março -, mas aceitei as taxas de conveniência e entrega impostas pelo site e comprei meu ingresso, ao preço absurdo da famigerada pista vip, pois não admito assistir ao show do ano de outro lugar que não seja na fila do gargarejo.

Fechada a compra, recebi um recado no e-mail, poucos minutos depois, falando que o pedido estava em análise, pois fora feito através de cartão de crédito, e, no dia seguinte, recebi a confirmação e um código. Pouco mais de duas semanas e o ticket já estava na minha mão. E, o que é mais legal, com o número VIP/001. Ou seja, tenho sérias desconfianças de que comprei o primeiro ingresso para o show.
Bacana! Temos que valorizar um serviço que funciona. Nem precisei procurar o número do call center da Live Pass. No caso do call center do show da Madonna, pela quantidade de reclamações que eu vi, devia ser, como diz uma das músicas do Iron Maiden: "666, the number of the Beast", pois os fãs da loira passaram o Diabo!!!
3 comentários:
Boa prestação de serviço à parte, quem te conhece deve imaginar seus olhinhos brilhando quando viu o número do ingresso!! Hahahaha!!!
Merecia até aparecer no RJ!! Beijos!
O Ademir também comprou no primeiro dia, porém, in loco, um tanto pelo receio desses problemas, outro tanto pra evitar a taxa de conveniência de valor absurdo (mas esse é um outro assunto).
E realmente, eu consigo imaginar os seus olhos brilhando ao ver o número do ingresso!
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